sábado, 12 de fevereiro de 2022

Sinais sem prodígios



Nunca houve na história uma coisa tão inglória
Assim, ficou exposta a fraqueza de um povo
A céu aberto os horrores de uma guerra social
Uma visão animal de pensares envenenados
Os egos inflamados por uma sede vadia

Choram as vergonhas de uma verdade incontestável
No ar o desagradável ranso com cheiro podre
O ser humano encobre com ares fictícios suas limitações
Incapaz de aprender as lições
No reverberado conceito decápito e preconceituoso

De fio à pavio a loucura insana vende conjecturas
Às escuras caminha um povo dependente
O indecente sendo visto em todo mundo
Empurrando para o fundo a oportunidade de ser diferente
Diante do acolhimento infeliz das militâncias cruas
A ojeriza pondo tudo a perder

Não se trata agora só do branco contra o negro
A negritude mostra sua antipatia e ódio pela cor dos pares
Nos ares um respiro pesado denuncia
O respeito passa longe do conceito de educação
Vida alicerçada numa visão distorcida
Como fé alquebrada e alienada de visão

Triste a ausência de manifestação pró-ativa
A luta por uma consciência negra enxuta
Os gritos mudos de vingança não dizem mais nada
A diferença não está no diferente
E sim ser diferente diante da indiferença
Não bastam somente as crenças

Preciso é ter a coragem de abrir os olhos e ver
Que as bandeiras enterradas na época da escravidão
Soterram no hoje a união dos povos
Indiferente de tribos, nações ou etnias
Basta é a palavra chave para abrir as mentes cauterizadas
As águas precisam de liberdade para correr

Essa velha história descabida
Do branco trabalhar para o branco
Do branco trabalhar para o preto
Do preto trabalhar para o branco
E do preto não trabalhar para o preto
Precisa ser banida, incontestavelmente

Não se concebe esse olhar demente
Essa máscara detestável e incondizente
Defendida com unhas e dentes
Pelos que optam pela obscuridade  dos verdadeiros valores
Que sejam as cores da vida a saída
E não essa vergonha desfraldada na fala humana. - (Jurandir Argôlo)

(ap. Ely Silmar Vidal - Teólogo: COJAE 0001-12-PF-BR; Psicanalista: CONIPSI CIP: 0001-12-PF-BR; Jornalista: DRT-0009597/PR e presidente do CIEP - Clube de Imprensa Estado do Paraná)

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Mensagem 23022021 - Sinais sem prodígios - (poesia de Jurandir Argôlo - imagens da internet)

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